quinta-feira, 4 de maio de 2017

Documentário mostra detalhes sobre o projeto Brasília Tátil - A Capital Patrimônio em um Toque de Arte


Assista ao vídeo do projeto Brasília Tátil - A Capital Patrimônio em um Toque de Arte, um Novo Olhar sobre Brasília. 

Com pouco mais de 15 minutos de duração, o vídeo mostra momentos desde a saída dos alunos das escolas públicas do DF e professores até as visitações aos principais monumentos históricos culturais da Capital Federal, a partir de outra percepção: com o tato das mãos.

As imagens também mostram o trabalho de modelagem em argila, colocando em prática aquilo que aprenderam nas visitas. 

Um trabalho imperdível que vale a pena conferir!
Vídeo no Youtube: https://www.youtube.com/watch?v=-qLDYecJE60&feature=youtu.be


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quarta-feira, 3 de agosto de 2016

Minicurso de Mobilidade, Acessibilidade e Melhores Práticas junto a pessoas com deficiência visual

15 professores e guias de turismo se inscreveram para participar do Minicurso, que fazia parte do cronograma das atividades do Brasília Tátil.

No período da manhã, eles saíram do ponto de encontro – a Escola Parque 308 sul – em direção ao ônibus estacionado na quadra. Desde então, tiveram os olhos vendados e receberam bengalas, justamente para sentirem as mesmas sensações e enfrentarem os desafios de uma pessoa com deficiência visual.

No traslado até a Câmara dos Deputados, receberam orientações sobre mobilidade e inclusão social de um dos coordenadores do programa, César Achkar, que é deficiente visual; e do guia de turismo Fábio Almeida Ribeiro, sobre informações complementares .

Durante a visitação no Salão Verde, experimentaram explorar outros sentidos, como a audição, e conhecer as obras de arte por meio do toque das mãos.

Mônica Aviani, professora do Centro de Ensino Especial de Brasília, tinha uma ideia de ter a vivência e adquirir conhecimento e saber lidar com as pessoas com deficiência visual. E para surpresa dela, “é muito além do que eu imaginava. Quando somos vendados, exploramos muito mais outros sentidos, como audição e tato. E ao mesmo tempo sentimos medo, pois dá uma sensação de insegurança. Então fico imaginando o que realmente ser um deficiente visual. No meu trabalho, essa experiência vai me ajudar a trabalhar a tridimendionalidade e vou construir outras possibilidades”.  

A professora Keila Câmara, da Escola Classe Boa Esperança (núcleo rural de Ceilândia), já teve neurite óptica, uma inflamação do nervo óptico que pode causar uma perda da visão parcial ou completa. Por experiência própria de ter baixa visão, ela considerou a experiência do minicurso muito válida. “Começamos a dar mais valor aos outros sentidos quando perdemos parte da visão e, principalmente, a entender melhor a realidade de quem de fato é totalmente deficiente visual. Vou levar essa experiência para a sala de aula e para vida”, afirmou.

O diretor da Escola Parque da 308 Sul, Paulo César Valença ficou admirado com as declarações do projeto não só dos professores, mas também dos estudantes. “Para nós, o projeto abre um espaço de percepção mais apurada do aluno vidente que começa a ter mais compreensão dos desafios de outras pessoas que têm algum tipo de deficiência”, salientou.

No período da tarde, os inscritos participaram da oficina de argila, onde receberam conselhos e técnicas sobre como desenvolver belas peças a partir desse tipo de matéria prima. Muitos deles levaram suas obras para casa satisfeitos.


























Depoimentos dos participantes revelam o sucesso do programa Brasília Tátil

Alunos e professores saíram encantados com mais uma edição do projeto, tanto no passeio turístico quanto na oficina de argila

Estudantes e professores de três escolas parques (308 Sul, 314 Sul e 210 Norte) e do Centro de Ensino Especial de Deficientes Visuais vivenciaram uma experiência única com o programa educativo Brasília Tátil 2016. Os depoimentos revelam o quanto o projeto traz conhecimentos diversos.

O aluno do CEEDV Pedro Damasceno, de 9 anos, teve hidrocefalia ao nascer e perdeu completamente a visão. Ele foi um dos participantes do programa. “Eu amei o passeio e brincar com argila, pois parece massinha molhada. E vou fazer minha própria obra de arte. Quando crescer, quero me tornar um grande artista”.

O aposentado Marcelo Gonçalves da Costa, de 40 anos, teve deslocamento da retina há dois anos e não enxerga mais. Ele achou a experiência do programa Brasília Tátil bem interessante: “É a primeira vez que participo de um projeto como este e estou adorando. É um novo aprendizado, tanto na parte cultural com as visitas aos monumentos, quanto para o desenvolvimento do sentido do tato”, comentou.


Gilva Alves de Oliveira, de 71 anos, também baixa visão e também elogiou o projeto. “Acho o Brasília Tátil maravilhoso por várias razões, entre elas, conhecer obras de arte e poder tocá-las. Nasci aqui e não conhecia a Brasília artística. Também gostei de fazer novas amizades, socializar e aprimorar a sensibilidade do toque das mãos com a oficina de argila”, disse.















sexta-feira, 22 de julho de 2016

Oficina de argila do Brasília Tátil








Depois do passeio turístico, hora de colocar a mão na argila!

Depois de uma semana de passeio turístico diferenciado e de muita aprendizagem, os estudantes vivenciaram outra experiência muito bacana.

A segunda etapa do programa é a realização de uma oficina de criatividade e modelagem em argila, onde eles exercitam a inspiração e contemplam as atividades de conscientização, estímulos sensoriais, percepção e interpretação ambiental, leitura de obras artísticas, arquitetônicas e urbanísticas de Brasília. 

Muitos deles surpreenderam com suas obras de arte e demonstraram muito entusiasmo com as aulas.

Ao final, será feito um painel de exposição com as obras dos alunos nas suas respectivas escolas.



Brasília Tátil deixa alunos das escolas públicas do DF encantados

Crianças, jovens e adultos das escolas públicas do DF participam do projeto de conhecer Brasília por meio do toque das mãos

A Câmara dos Deputados, além de ser uma Casa política, é também um espaço cultural cujo acervo de obras é bastante rico e interessante. O local foi um dos escolhidos para mais uma edição do programa educativo Brasília Tátil, cujo objetivo é levar arte-educação ao conhecimento de 210 alunos com ou sem algum tipo de deficiência visual de escolas públicas do Distrito Federal.

O programa educativo também é voltado para jovens e adultos do Centro de Ensino Especial de Deficientes Visuais – CEEDV. Este ano, o tema é “Um Toque de Arte na Educação Inclusiva”.

Além da Câmara, outros pontos turísticos também fazem parte do projeto, como o Espaço Lúcio Costa na Praça dos Três Poderes. Para vivenciar a experiência da ausência da visão, o projeto propõe que os alunos selecionados de diversas faixas etárias façam um roteiro turístico guiado, e em alguns momentos, de olhos vendados. Eles tentam descobrir o formato, sentir a temperatura e o tipo de material que as obras de arte são feitas.

Os participantes ainda fazem um passeio de ônibus e visitam outros monumentos, como a Ponte JK e recebem informações do guia.

A reação da criançada é incrível.











Participe do minicurso sobre melhores práticas junto às Pessoas com Deficiência. É de graça!

ÚLTIMAS VAGAS para o minicurso GRATUITO de Mobilidade, Acessibilidade e Melhores Práticas junto às Pessoas com Deficiência. 

Será no dia 27 de julho, das 10h às 12h e das 14h às 16h.

Aprenda a como lidar com pessoas com alguma deficiência visual e não cometer gafes! 

Para participar, mande um e-mail para: producaobrasiliatatil@gmail.com
ou ligue para (61) 3326-1745.